|
|
sábado, 12 de dezembro de 2009
Ao contrário do que me acostumou minha herança iluminista – e friso iluminista, para que não se cometa a tolice de entender “branca” ou “européia” – num ambiente onde vige nossa ancestralidade africana – e africana aqui quer dizer da africa que herdamos nós, os brasileiros, uma africa animista, dos orixás, dos espíritos – [...]
quarta-feira, 09 de dezembro de 2009
só existe um pecado mortal: não se arrepender de um pecado.
(que nome se dá ao não-arrependimento, Ao pecado indiferente a si mesmo?)
sábado, 03 de outubro de 2009
(continuação de clique aqui )
Há um pensamento – ou um modo do pesamento – que está está intimamente associado às palavras. Um pensamento discursivo, digamos assim, uma capacidade de “por em palavras” tudo que é pensado em outros modos. Falei outro dia que a sensibilidade, a memória e a imaginação eram para Descartes [...]
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Imaginação, memória e sensibilidade em descartes são modos do pensamento. Ou seja, tudo é pensamento. Mesmo sentir.
Não há diferença formal entre sentir – ver você, escutar, tocar você – ou lembrar ou imaginar você. São apenas modos que o pensamento assume na tarefa de dar nossa atenção a algo.
Mas nós naturalmente, sem [...]
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Z´ev ben Shimon Halevi, em “Adão e a Árvore Kabbalistica:
“De acordo com a tradição kabbalista, Deus gera, do Vazio da Não-Existência, além do qual Deus é Tudo e Nada, o primeiro estado de Existência Imanifesta.
A partir deste Mundo Sem Fim, cristaliza-se uma região de Luz Ilimitada, do meio da qual emerge [...]
quinta-feira, 26 de março de 2009
“Juízos, juízos de valor sobre a vida, a favor ou contra, nunca podem ser em última instância verdadeiros: eles só possuem o valor como sintoma, eles só podem vir a ser considerados enquanto sintomas.” Frederich Nietzsche, em O Crepúsculo dos Ídolos
E continua:
“Em si, tais juízos são imbecilidades. É preciso estender então completamente [...]
quinta-feira, 26 de março de 2009
“O que eu busco?”, interrogava-se enquanto avançava lentamente no trânsito engarrafado do fim da tarde. Filosofia, física, metafísica, teatro, poesia, meditação, capoeira: o que buscava, afinal? “Uma ciência do singular”, foi o que lhe ocorreu responder para si mesmo.
Ultimamente, reparara que, em contraste com as inúmeras tentativas de uma “teoria geral e definitiva [...]
|
|