Sobre a sentença dada a Emir Sader

Há duas condições essenciais para um sujeito ser professor: o amor à verdade e a capacidade de reconhecê-la. Pela interpretação que dá ao uso do termo “raça”, ou Emir Sader não tem amor à verdade ou é incapaz de reconhecê-la. Logo, não pode ser professor, ao menos numa instituição pública.
Sob o ponto de vista, digamos, “estético”, por muito menos do que ele escreveu, petistas como Tarso Genro e Marco Aurélio Garcia estão processando jornalistas.

Ao dizer “A gente vai se ver livre desta raça, por, pelo menos, 30 anos”, Bornhausen escorregou no estilo e no profetismo.
Mas a interpretação que Emir Sader dá à declaração atesta burrice ou falta de caráter. Além de ser, de fato, injuriosa. Leia e tire suas conclusões.

4 Comentários

  1. Certamente não posso afirmar que o Sr. Emir Sader é adpeto do racismo separatista. Todavia , ao ler uma de suas asnices que comentava sobre o o filme ” Olga” ( aquela que foi mulher do Prestes – Olga Ben Arion – chamada aqui no Brasil de Olga Benario ) , o Sr. Emir Sader chamou o povo alemão de Nazistas . Ora , querer dizer que todo alemão é nazista é , no mínimo , um prejulgamento a partir do princípio que o nazismo é visto no mundo inteiro como uma ” coisa horrível ” .

    Esse Emir ……. não é de brincadeira não …….

  2. Já comentei aqui que a palavra “raça”, no contexto em que foi usada por Bornhausen nada tem de racista. Mas parece-me que há, sim, um forte quê de racismo no texto de Sader ao se referir aos sulistas como “provenientes de uma região do Brasil em que setores das classes dominantes se consideram de uma raça superior”. Não duvido que haja sulistas assim, como os há em todas as regiões, mas ao generalizar Sader foi racista sim.

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