Sobre o aquecimento global

EXAGGERATED SCIENCE
How Global Warming Research is Creating a Climate of Fear
Trechos de artigo sobre o aquecimento global publicado no Der Spiegel, em janeiro de 2005

By Hans von Storch and Nico Stehr
“The pattern is always the same. The significance of individual events is turned into material suitable for media presentation and is then cleverly dramatized. When the outlook for the future is discussed, the scenario that predicts the highest growth rates for greenhouse gas emissions — which, of course, comes with the most dramatic climatic consequences — is always selected from among all possible scenarios. Those predicting significantly smaller increases in greenhouse gas levels are not mentioned.”

“Unfortunately, the corrective mechanisms in science are failing. Public reservations with regard to the standard evidence of climate catastrophe are often viewed as unfortunate within the scientific community, since they harm the “worthy cause,” especially because, as scientists claim, they could be “misused by skeptics.” Dramatization on a small scale is considered acceptable, whereas correcting exaggeration is viewed as dangerous because it is politically inopportune. This means that doubts are not voiced publicly. Instead, the scientific community creates the impression that the scientific underpinnings of climate change research are solid and only require minor additions and adjustments.”

“Other scientists are succumbing to a form of fanaticism almost reminiscent of the McCarthy era. In their minds, criticism of methodology is nothing but the monstrous product of “conservative think-tanks and misinformation campaigns by the oil and coal lobby,” which they believe is their duty to expose. In contrast, dramatization of climate shift is defended as being useful from the standpoint of educating the public.”

Hans von Storch, 55, is the director of the GKSS Institute for Coastal Research (IfK) in Geesthacht, Germany, which researches water and climate in coastal areas. Together with Nico Stehr, 62, a sociologist at Zeppelin University in Friedrichshafen, Germany, is a long-time researcher of public attitudes about climate change.

1 Comentário

  1. Olá. Cheguei aqui através do blog do Reinaldo Azevedo. Vou fazer um comentário como exercício de expressão.Estou cada vez mais convicto de que o “Aquecimento Global” é o substituto atrasado do marxismo.O socialismo mobilizava grupos de pessoas por praticamente todo o mundo, em maior ou menor grau. Até que, a partir dos anos 80 e culminando nos anos 90, não conseguiam mais para enganar ninguém. E estes grupos socialistas então se reduziram em número e influencia por quase todo o mundo. Todo mundo virou liberal. Do Francês socialista ao Inglês trabalhista. Bem pensado, submergir, como Zé Dirceu, Palocci e outros fazem quando são pegos com as calças nas mãos, é uma estratégia esperta: a ideologia sumiu mas a revolução cultural continuou a todo vapor, se não acelerou.Veja que maravilha o “Aquecimento Global”. Conseguem mobilizar muito mais pessoas do que o socialismo JAMAIS MOBILIZOU! Todos concordam. Todos são unânimes. Todos são parte do consenso. Quem não percebe similaridades com a situação interna da União Soviética precisa ler bons livros da historia do comunismo.Você conhece do filme to Al Gore? Já imaginou um filme socialista descarado (já que mascarados há aos montes) nos EUA fazendo tanto sucesso? Nunca. Impossível.O Ecologismo/Ambientalismo se combina ao socialismo para criar a nova ideologia revolucionária mundial. Mesmo pessoas sinceras, preocupadas com a poluição ou o que quer que seja, caem na conversa e se transformam em inocentes úteis, agentes de desinformação involuntários.A começar pelo nome, “Aquecimento Global”. Ora, o globo certamente aquece e esfria varias vezes, naturalmente, de forma cíclica, incluindo a atividade solar, já que Marte também esta sofrendo de aquecimento global e lá nem efeito estufa tem, a atmosfera é muito rarefeita. Também não tem capitalismo, fabrica ou poluição. Mas o que importa? Importa tanto quanto o fato de so termos 200 anos de medições apesar de se fazerem projeções e simulações de séculos, milhares de anos, ate mesmo milhões. Há! Quem pode ser tão estúpido a ponto de acreditar que temos a resposta de como a Terra se formou? Alguém já observou um planeta se formando? Há tantas possibilidades, hipóteses e teses. Nenhuma realmente provável. Não neste ponto, talvez daqui há dois milênios, quem sabe.Todavia, um nome mais correto seria algo como “Mudança Climática Não Natural Ou Acelerada Pelo Homem”. Mas isto parece ambíguo. Temos de dar a impressão que a ciência não trabalha somente por hipótese e que não esta sempre disposta a rever suas “verdades” já que é de sua natureza modificar as crenças antigas ou encontrar novas evidências que adicionam mais problemas do que trazem respostas.Não tem jeito. Não dá para conversar com ninguém sobre o assunto. O “Aquecimento Global” levara os povos do mundo inteiro, um a um, a render suas autoridades nacionais a ONU, finalmente criando o longo aguardado e planejado governo mundial, que nada terá de democrático.Puxa. Com meus vinte e dois anos vou ter de ver e viver toda esta porcariada?! Que decepcionante! De qualquer ponto de vista, incluindo o histórico. Tantas épocas gloriosas, tanto que poderia acontecer, e o mundo caminha para este rumo patético e decadente? Ainda me lembro dos anos 90. Anos de otimismo. O Ambientalismo ainda não era uma ideologia dominante. Os tempos eram de feliz crescimento econômico mundial, sucesso liberal e democrático, respeito às leis e a constituição nos EUA. Agora esta tudo indo para a breca. Do Reino Unido aos EUA ao Brasil. Tudo. A pergunta é sempre a mesma: “que mundo vamos deixar aos nossos descendentes?”. Bem, senhor ascendente, prefiro viver em um mundo com furacões, tornados e tsunamis e 5 metros a mais de nível do mar mas com liberdade do que viver numa tirania de capitalismo para pouquíssimos, para os já ricos e poderosos onde a plebe deve aceitar sua nova condição pobre e destituída das regalias poluidoras (ao invés de buscar mais eficiência, mais tecnologia, mais produtividade). Alguém me perguntou se coloco a liberdade acima de qualquer outra coisa? Coloco sim. Não vale a pena viver sem liberdade. Deixem o mundo para mim, para nós. Vocês estão deixando a pior herança possível: a mais sedutora ideologia contra a liberdade que já surgiu na face da Terra.É o aquecimento global sim que vai acabar com o mundo. Mas não nenhum fenômeno climático, e sim o “Aquecimento Global” ideológico. Que a minha geração e a próxima não se deixe enganar por esta merda toda. E muito obrigado por nos deixar esta herança maldita, dura de matar.

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