Ubuntu


Ubuntu é uma palavra africana que significa “Humanidade para todos” ou “Eu sou o que sou graças ao que todos nós somos“. (Ubuntu is an African word meaning ‘Humanity to others’, or ‘I am what I am because of who we all are’.)

Ubuntu é também a melhor e mais bonita distribuição Linux que eu conheço. clique

Para quem não tem o menor interesse em migrar para o Linux, a visita ao site da Fundação Ubuntu pode ser um perigo. Depois de ler sobre o projeto e ver a beleza do programa, a tentação de instalar é imediata.

Uma vez instalado o Ubuntu, a paixão é irremediável. As vantagens são muitas, além da beleza e funcionalidade. O sistema é gratuito, estável, facílimo de usar. A sensação de deixar de ser pirata é ótima! Melhor ainda é se sentir participando de um projeto belíssimo de inclusão digital.

“Uma tentativa de definição mais longa foi feita pelo Arcebispo Desmond Tutu:
Uma pessoa com ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.”
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A citação foi tirada do livro No Future Without Forgiveness, do arcebispo Desmond Tutu.

Há também um outro livro que parece bem interessante: Reconciliation: The Ubuntu Theology of Desmond Tutu, de Michael Battle.

É quase uma ironia que o autor de chame Battle, mas não é nada engraçado que no Brasil, um país ainda atormentado pela chaga da escravidão, nenhuma editora tenha se interessado em traduzir os livros.

Aliás, para finalizar, reproduzo uma frase que li no blog do Alon outro dia:

A escravidão está na raiz da nossa desigualdade crônica, da nossa incapacidade de enxergar valor positivo na cultura do trabalho e da prosperidade, da nossa tendência ao desperdício, da nossa tolerância à brutalidade.”