O problema do petróleo

O que escrevi abaixo é mera especulação de um leigo desinformado e delirante e talvez até contenha alguma verdade. Mas, honestamente, não me parece muito pior do que tudo que tenho lido de comentaristas tidos como sérios e bem informados.

O que vai abaixo é um trecho do segundo e último artigo de Jeffrey Nyquist sobre o tema, cuja tradução foi publicada pelo Mídia Sem Máscara. Vale a pena ler os dois artigos: 1 e 2.

Pessimista ou realista? Nyquist é certamente um conservador que tem uma visão clássica da História – aquela feita de homens e fatos.

Considerem o depoimento dado em 22 de maio por Anne Korin[4], diante do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos EUA, que começa assim: “Sr. Presidente do Comitê, Membros do Comitê, …há cerca de dez anos [1998], Osama Bin Laden declarou que sua meta para o preço do petróleo era de US$144/barril…”. Ora, isso não é notável? “Àquela época”, ressaltou Korin, “US$144/barril parecia um preço muito improvável”. Todavia, cá estamos nós, a menos de US$20 do número alvo de bin Laden. Quer seja por nossa própria estupidez ou pelos cálculos apurados do inimigo, estamos à beira da derrota. Korin acrescentou: “Eu gostaria de enfatizar diante deste Comitê que US$144/barril será percebido como uma vitória pelo movimento jihadista e uma reafirmação de que o componente de guerra econômica em sua campanha contra o Ocidente é um sucesso retumbante”.

Em tempo: o barril de petróleo bateu exatos US$ 144 hoje. E A GM ameaça quebrar.