para textos de precisão, o latim.

para a fala e a escrita vulgar, um ingles macarronico, internacional.

tudo isso, claro, sem o prejuizo da abolição ou desprezo das outras linguas. Ainda que linguas sejam coisas vivas. Eu tenho horror da ideia de preservação e ainda mais de entes culturais. A lingua é uma coisa viva e portanto “morre”, mas ela está sempre procriando. linguas, tradições, são coisas dinamicas, digamos assim, e nesse sentido, vivas.