por que às vezes me admiro de mim

Não tenho escrito, como os que frequentam o Café bem sabem. Mas aí, alguém me visita, orientado pelo Google em sua busca por “laís cristine krasniak”, e me revela a mim mesmo uma crônica de dois anos atrás que eu releio como se fosse de outro e me encanto – e sinto adimiração e saudade de mim. Vejam só que cabotino!

É esta crônica – e nem sequer lembro de tê-la incluído na última seleção que fiz. Vejam só que absurdo!

Mas não vou reproduzi-la. Vou criar um link para ela, como quem laça o passado e o traz de volta num passe de mágica, querendo dizer: “Ah, leitor, não se aflija, o tempo, esse tirano, é uma delicada ilusão que só está aí para nos ensinar a escolher bem, mesmo quando o justo nos parece pouco ou contra nós; para nos ensinar a renunciar (às vezes a nós mesmos) em nome da justiça e da bondade; para nos ensinar a ter compaixão. Quem aprende isso, doma o tempo”.

Eis o link para essa crônica que fala de uma manhã de maio tão parecida com esta, de hoje: http://www.cafeimpresso.com.br/?p=933