os limites da palavra

Gravei um longo improviso sobre os limites da palavra com o intuito de, mais tarde, editar o texto e fazer dele uma crônica. Essa gravação é a cozinha do café. Basicamente o que digo é que os limites da palavra são os conceitos de Deus e nada. Deus como o máximo ser, não pode ser representado. O nada, que não é, é representado. A absoluta simultaneidade não pode ser apreendida por uma linguagem sucessiva. A idéia que chamamos de nada é ao menos isso, uma idéia. Eis aí os limites que a linguagem não pode ultrapassar. Estar envolta por dois oceanos de paradoxo faz da lingua o continente do absurdo?

Isso resume bem a idéia do que eu quero dizer. Nem ouvi  o que gravei. Então é bem provavel que esteja pouco claro e repetitivo. Mas, enfim, cozinha é isso. Por falar nisso, alguém já viu um programa de tv chamado larica total?