das coisas

É o tempo, são nossos olhos, que vão recobrindo as coisas com o verniz da banalidade, reduzindo-as aos poucos a mero nome repetido como palavra estrangeira. Não, não são as Coisas, a Mente, o Mundo, algum erro da Natureza ou de Deus: é o tempo, são nossos olhos. Há, portanto, remédio.