da indigência mental

É incrível: o mesmo sujeito que brada contra a “sociedade de consumo” se opõe a qualquer tipo de “disciplina da vontade”,  “repressão do desejo”, “educação sentimental” ou seja lá que nome se dê. Ora, é óbvio que o “desreprimido”, o “impulsivo”, o “espontâneo” é o consumidor ideal.