Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico:
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Oi, Antonio!
Estava planejando uma visita ao Mosteiro de São Bento, lembrei da missa gregoriana que assistimos há anos e relembrei do Café Impresso. Graças às associações, volto a passear por aqui.
Vai ser divertido!
Abraço grande.
HB
rs, achei que era o horóscopo do dia.