dos versos

“… como escrever histórias se eu sou assim, ainda em pedaços dispersos no vasto deserto onde a solidão habita? Se eu sou em fragmentos como essas cidades esquecidas… Me perdoe se eu não sei construir histórias, só versos sonoros, de uma melancolia sincera, lunar, fora de hora e lugar. Eu quero inventar histórias, narrativas fabulosas – mas ainda sou só versos e crônicas, fotos, uma música que toca às vezes, uma flor que resiste no vaso contra todos os presságios.” 

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