Folhetins: o passado me condena

Estes textos se distinguem das crônicas por serem ficção e longos.

Eu já os havia publicado na internet, mas por conta de absurdos deste tipo, os tirei do ar. Mas, desperdiçar a internet como meio de divulgação do meu trabalho também é uma tolice.

Enfim, isso também é passado. Aliás, tudo é passado e só o presente existe.

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Hitler e Buñuel é um texto teatral surrealista, criado em condições surrealistas. Por conta de escrever o texto, li a autobiografia de Buñuel e vi ou revi toda sua obra. Clique aqui para ler

O Escafandrista e a Bailarina tem um tom surrealista, onírico e rasgadamente romântico. Foi meu primeiro texto longo. Um texto teatral, mais do que exatamente uma peça de teatro, porque pretende se sustentar como literatura. Clique aqui para ler

Morrer rejuvenesce é uma novela policial onde brinco de ser outro Rubem – não o Braga, mas o Fonseca. Clique aqui para ler

Mar de Dentro é outro texto teatral que ganhou uma aparência de conto. Clique para ler