Sobre a sentença dada a Emir Sader

Há duas condições essenciais para um sujeito ser professor: o amor à verdade e a capacidade de reconhecê-la. Pela interpretação que dá ao uso do termo “raça”, ou Emir Sader não tem amor à verdade ou é incapaz de reconhecê-la. Logo, não pode ser professor, ao menos numa instituição pública.
Sob o ponto de vista, digamos, “estético”, por muito menos do que ele escreveu, petistas como Tarso Genro e Marco Aurélio Garcia estão processando jornalistas.

Ao dizer “A gente vai se ver livre desta raça, por, pelo menos, 30 anos”, Bornhausen escorregou no estilo e no profetismo.
Mas a interpretação que Emir Sader dá à declaração atesta burrice ou falta de caráter. Além de ser, de fato, injuriosa. Leia e tire suas conclusões.

Sobre a política

Tenho pensado em me disciplinar para a cada dia da semana escrever sobre um tema. A crônica ocuparia as segundas e, nos outros dias escrevia, por exemplo, sobre internet, política, literatura, filosofia e programas de computador. É ainda uma idéia. Veremos…

Sobre política, vinha pensando pela rua que nos falta – a eleitores e eleitos – grandeza.
O que é grandeza? A mistura de imaginação e generosidade.
Por que não experimentamos algumas propostas antes de adotá-las em definitivo?
As tais reformas trabalhistas, por exemplo. Por que, em política, não se pode fazer experiências?
Por outro lado, essa crença brasileira na política me parece uma espécie de totemismo.