Henri Rousseau, outro querido meu.
Meu nome é Antonio Caetano. Sou carioca e moro no Rio de Janeiro.
O Café Impresso estreou em 23 de abril de 1999. De lá para cá, já foi muita coisa, orientado por diferentes conceitos.
Agora decidi dar a ele aparência de revista – porque cansei daquele visual “papiro digital”: vertical, descontínuo e, o pior, temporalmente invertido: isso de os últimos serem os primeiros, quando um blog é um conjunto de ferramentas capaz de ordenar um banco de dados segundo uma variedade de critérios mais interessantes e até mais lógicos.
De trás para frente funciona muito bem num site jornalistico, em tempo real. E só. Mas o Café cansou de ser jornalístico, agora quer ser literário. Quero um site que o leitor se sinta folheando, como um livro. Mas um livro de areia, como La Rayuela, cuja sequência de páginas pode mudar sempre, inesgotável.
Percebi também que tornar público certos projetos era o único meio de levá-los adiante. Assim é com os estudos online, com os folhetins e com a impressão da coletânea das crônicas publicadas na Tribuna da Imprensa.
Por outro lado, a internet já alcançou um grau de funcionalidade suficiente para fazer do Café meu ateliê, um ponto de produção e venda do meu trabalho.
Ao mesmo tempo, espero desenvolver o lado café do Café. Torná-lo, quem sabe, um ponto de encontro de pessoas que tenham gostos e visões semelhantes. Não sem interesse, porque mais do que nunca vou precisar dos meus leitores, daqueles que de fato admiram o meu trabalho.
Enfim, é isso. Dêem uma visitada nos links da barra lateral para conhecer os novos ambientes.
A partir de agora, ao visitar o Café, vai encontrar uma capa nova e chamadas na barra lateral. A navegação poderá ser feita por dia (calendário), por categorias (barra superior) e por tags (nuvem de tags). Uma vez acessada qualquer post, nada de barras laterais: a navegação passa a ser feita ou pelas barras superiores ou no pé da página.
Espero que gostem.

